terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Tempo, vasto tempo


Fala, seres celomados!!! E aí, tudo bom?

Bem, meus caros leitores, estava pensando em algumas coisas e me veio à mente a vontade de fazer uma poesia... Então, pensei: "E por quê não aderir a essa ideia?" haha...

Pois bem, pessoal, a poesia que eu fiz e vocês irão ver a seguir na minha opinião se enquadra muito no perfil de uma poesia modernista com a ausência de metrificação, emprego do verso livre, libertação da lógica aparente, etc... Talvez a poesia tenha ficado um pouco confusa, mas quem sabe não foi essa a minha intenção? haha...

Tempo, vasto tempo

Tempo, tempo, tempo
Vasto tempo
Tão vasto quanto a luz e o pensamento

Tempo, tempo, tempo
Vasto tempo
Entraremos no esquecimento?

O tempo causa contratempos
Mas também traz passatempos
E essa relatividade
Pode causar ambiguidade

Tempo, tempo, tempo
Vasto tempo
Sabemos aproveitar todos os momentos?

Tempo, tempo, tempo
Vasto tempo
Leve como o vento
Que nos traga respostas a esses eventos

E aí, o que acharam? Deem a opinião de vocês, meus queridos leitores!

Até mais, deuterostômios,

MAY THE FORCE BE WITH YOU!

4 comentários:

  1. First ! Gostei, e acho que não perdi meu tempo lendo, só o usei da forma que queria usar. =]
    L.R

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    1. Que bom que gostou, Rafael! E interessante o seu comentário. Acho muito bom quando comentam e dão as opiniões em cada post.

      Obrigado.

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  2. Dude, eu gostei muito! E dessa vez por um motivo em especial: não sei escrever poesias kkkk Já tentei algumas vezes, mas nunca achei que ficaram boas.

    "Tempo, tempo, tempo
    Vasto tempo
    Sabemos aproveitar todos os momentos?"

    Essa é a parte que mais gostei :3
    Bjs bjs s2

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    1. Fico feliz em saber que você gostou. Realmente não tinha certeza se tinha ficado legal ou não, mas resolvi postar do mesmo jeito.

      Hmm... essa parte é interessante mesmo. Veio tudo em minha mente eu só fiz escrever... haha.

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